A Junta de Freguesia de Almalaguês integrou recentemente a Zona de Intervenção Florestal (ZIF) de Coimbra Sul.
Via edital e atrás dos meios de comunicação digital, dá-se conhecimento da reunião que se irá realizar no próximo dia 6 de dezembro, pelas 18h, na sede da União de Freguesias de São Martinho do Bispo e Ribeira de Frades.
Neste sentido, estão convocados todos os proprietários e/ou produtores florestais para a reunião de consulta prévia marcada para a data indicada. A intenção de constituição da ZIF é divulgada através da realização de uma reunião promovida pelo seu Núcleo Fundador.

O que é uma ZIF?
“Zona de Intervenção Florestal” ou “ZIF” é a área territorial continua e delimitada, constituída maioritariamente por espaços florestais, submetida a um plano de gestão florestal, e que cumpre o estabelecido nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, e administrada por uma única entidade.

Objetivos da ZIF
a) Garantir uma adequada e eficiente gestão dos espaços florestais, com atribuição concreta de responsabilidade;
b) Minimizar os bloqueios à intervenção florestal, nomeadamente a estrutura da propriedade privada, em particular nas regiões de minifúndio;
c) Infraestruturar o território, nomeadamente de acordo com os Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, tornando-a mais resiliente aos incêndios florestais, garantindo a sobrevivência dos investimentos e do património constituído;
d) Conferir coerência territorial à intervenção da administração central e local e dos demais agentes com intervenção nos espaços florestais e evitar a pulverização no território das ações e dos recursos financeiros;
e)Concretizar territorialmente as orientações constantes na Estratégia Nacional para as Florestas, nos instrumentos de planeamento de nível superior, como o Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, os programas regionais de ordenamento florestal (PROF), os planos diretores municipais (PDM), os planos municipais e intermunicipais de defesa da floresta contra incêndios (PMDFCI), os planos especiais de ordenamento do território, o Plano Operacional de Sanidade Florestal (POSF) e outros planos que se entendam relevantes;
f) Integrar as diferentes vertentes da política para os espaços florestais, designadamente a certificação da gestão sustentável, conservação da natureza e da biodiversidade, conservação e proteção do solo e dos recursos hídricos, desenvolvimento rural, proteção civil, fiscalidade, especialmente em regiões afetadas por agentes bióticos e abióticos e que necessitem de um processo rápido de recuperação.

Para mais informações consulte o folheto informativo aqui e o edital publicado.